A pista faz a multidão se mover como um só corpo, e a pesquisa diz que isso é criação coletiva, não consumo
Uma pesquisa da Universidade Erasmus de Roterdã, liderada pelo sociólogo Julian Schaap, repensa o rave: o ritmo compartilhado sincroniza os corpos numa «efervescência coletiva», e a multidão constrói ativamente o sentido, a identidade e a comunidade da noite, em vez de consumi-la passivamente.























