Uncle Waffles encabeça a primeira apresentação do Piano People em Joanesburgo, em 28 de novembro, na Old Park Station, no bairro de Newtown. Os portões abrem às 14h, a festa segue até às 2h, e ela vem acompanhada de alguns dos DJs mais afiados do amapiano: Focalistic, Dlala Thukzin, Oscar Mbo e Kelvin Momo b2b Njelic, com um line-up de apoio formado por 031 Choppa, Anchorbee, Nkulee501 b2b Sxova, Royal Musiq, Soul Nativez e Success SA. Os bilhetes já estão à venda no site do Piano People e na plataforma Howler; os organizadores ainda não divulgaram os preços.
Como uma marca nascida fora acaba em busca da aprovação do público que viu nascer o amapiano?
O percurso do Piano People é ao contrário para uma marca de amapiano. Começou com noites de clube em Londres, conseguiu um horário no segundo palco do Afro Nation e depois emendou casas esgotadas em Londres e Nova York, muito antes de pisar em solo sul-africano. A sua verdadeira estreia na África do Sul aconteceu em dezembro passado, quando uma multidão que esgotou a Cidade do Cabo, em Cabo Beach, viu os Scorpion Kings tocarem um set exclusivo de duas horas encerrado pela participação surpresa de Tyla, uma noite que, segundo os organizadores, gerou milhões de visualizações online. Essa é a régua que esta data em Joanesburgo precisa superar, na metrópole que é o coração de Gauteng, a província onde o próprio amapiano se formou nos townships em meados dos anos 2010.
Por que programar duas cidades com três semanas de diferença?
O Piano People não escolhe lado. Volta a Cabo Beach em 30 de dezembro, novamente com os Scorpion Kings como headliners, para uma segunda edição da Cidade do Cabo ainda maior, somada a esta nova data em Joanesburgo: a maior turnê sul-africana da marca até hoje. Emendar as duas cidades na mesma janela transforma o fim de ano do Piano People num circuito de amapiano com duas paradas: Uncle Waffles firmada na cidade onde o género nasceu de fato, os Scorpion Kings fechando o litoral três semanas depois.



