O underground eletrônico de Cuba não tem clubes. Tem um grupo de Telegram.
Isolados de casas de shows, festivais e distribuição internacional, os produtores eletrônicos experimentais de Cuba, entre eles lahelvetica, cubalibre.exe e Buffalo Attack, construíram toda a sua cena dentro de chats do Telegram desde que a ilha ganhou internet móvel em 2018.
Sarah H. · 4 min de leitura
