Como o VRAC transforma um som qualquer em bateria?
A ideia é mais simples do que as demos sugerem. Você solta um som no VRAC da BEATSURFING, o plugin procura os transientes e esculpe esses instantes em kicks, caixas, palmas e hi-hats que carregam a impressão sonora da fonte. Um estalo de cascalho, uma plataforma de metrô, um trecho de ASMR sussurrado: seja o que entrar, o kit resultante soa como aquela gravação e não como uma biblioteca pronta.
Do seu lado, o trabalho é curto. Carregue um som, ajuste o ponto de início da amostra para que cada pad pegue a parte que você quer e atribua uma articulação a cada pad. O VRAC faz o resto.
O que dá para moldar de verdade depois que o kit está pronto?
Mais do que o gancho de um clique sugere. Há morphing XY para misturar articulações, então um pad pode ficar entre uma caixa e uma palma e se mover enquanto você toca. Além disso há controles globais que remodelam o kit inteiro de uma vez e envelopes individuais para esculpir uma batida sozinha.
A função de groove MIDI deixa você montar um padrão dentro do VRAC e dispará-lo ali mesmo, útil para testar um kit antes de levá-lo ao arranjo.
Assim o design de som e o esboço rítmico ficam numa única janela, sem idas e vindas entre um sampler e o seu sequenciador.
Qual é a diferença entre VRAC e VRAC Pro?
A versão gratuita é um instrumento completo, não uma demo limitada. O VRAC Pro, já anunciado, adiciona auto-slicing, a possibilidade de gravar uma entrada direto no plugin, dezesseis pads no lugar do layout gratuito, ajustes avançados e roteamento multi-saída para mixar cada batida no próprio canal. Para a maioria dos produtores a versão gratuita basta para resultados reais; o Pro mira quem quer tratar cada batida como um bus de bateria de verdade.



